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Editorial – Produtos veterinários piratas: quem paga o pato é você

Portal Entender o Brasil alerta que a produção e comercialização de produtos veterinários piratas é um risco ao desenvolvimento brasileiro


Editorial – Produtos veterinários piratas: quem paga o pato é você

Criadores de todo o país desejam aumentar a produtividade, diminuir a quantidade de pragas no rebanho e, principalmente, não jogar dinheiro fora. Falsários, muitos deles investigados pelas autoridades policiais, outros presos, promoveram recentemente um verdadeiro festival de falsificação e fabricação de produtos veterinários piratas. Falsificam de tudo: recipientes, insumos, documentos e até mesmo selos de organizações reguladoras.

O Portal Entender o Brasil, consciente do seu papel de orientar a população brasileira e servir como ferramenta para o desenvolvimento da cidadania, alerta que a pirataria, em qualquer grau e principalmente no que se refere à saúde pública, é um risco ao desenvolvimento econômico, social e sanitário brasileiros. O cidadão de bem que paga seus impostos tem ficado à mercê de verdadeiros bandidos, com prejuízos incalculáveis para rebanhos brasileiros.

É preciso estar atento para que o barato não saia caro demais e, dados os prejuízos, não seja mais possível voltar no tempo e recuperar os danos aos rebanhos. Produtos veterinários piratas, além de não produzirem o efeito desejado, podem ser o início para perdas na produção. O que esperar de algo que foi produzido sem controle dos órgãos de inspeção, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária? É certo que o cenário será dos mais perigosos para produtores brasileiros.

Em primeiro lugar, é necessário atenção para os requisitos de compra – produtos originais são vendidos mediante emissão de nota fiscal, selos de qualidade e sua qualidade pode ser consultada a qualquer momento – basta entrar em contato com as centrais de atendimento das fábricas originais. Não vale a pena correr o risco. Lembre-se: a saúde do seu rebanho depende do uso de produtos corretos. Não seja conivente, nem incentive a comercialização de produtos veterinários piratas. É muito arriscado e o comprador sempre acaba pagando o pato.