fbpx

SEBRAE apresenta 50 histórias para inspirar sua jornada empreendedora

E-book traz histórias variadas de empreendedores que superaram obstáculos e conseguiram sucesso nos negócios


SEBRAE apresenta 50 histórias para inspirar sua jornada empreendedora

SEBRAE – Mais que ter uma boa ideia, planejar os passos e fazer tudo como manda a cartilha, empreender se trata de paixão e de garra. É a busca pelo sonho enquanto se enfrentam obstáculos. Juntam-se a isso a perseverança e a resiliência.

Neste e-book, produzido em parceria entre Sebrae e Endeavor, estão 50 histórias de empreendedores. Portanto, nelas estão pessoas que trilharam longos caminhos antes de chegar ao sucesso, algumas largaram os empregos estáveis, outras apostaram alto as economias que tinham.

O livro é dividido em capítulos que tentam reunir experiências parecidas. No entanto, é possível ver logo nas primeiras páginas que cada jornada é única e igualmente enriquecedora. Conheça cada história e escolha os melhores exemplos que você poderá usar no seu próprio caminho.

Leia o e-book “50 histórias para inspirar sua jornada empreendedora” (em PDF)

Leia também

Burocracia atrapalha o crescimento do Brasil, mas já houve avanços

História

O Sebrae existe como instituição desde 1972, mas sua história começa quase uma década antes. Em 1964, o então Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDE), atual Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), criou o Programa de Financiamento à Pequena e Média Empresa (Fipeme) e o Fundo de Desenvolvimento Técnico-Científico (Funtec), atual Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Em 1967, a Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) instituiu, nos estados da região, os núcleos de assistência industrial (NAI) com o objetivo de prestar consultoria gerencial às empresas de pequeno porte. Dessa forma, os NAI foram embriões do trabalho que futuramente seria realizado pelo Sebrae.

Sebrae com “C”

Em 17 de julho de 1972, então por iniciativa do BNDE e do Ministério do Planejamento, foi criado o Centro Brasileiro de Assistência Gerencial à Pequena Empresa (Cebrae). O Conselho Deliberativo do Cebrae com “C” contava com a Finep, a Associação dos Bancos de Desenvolvimento (ABDE) e o próprio BNDE. Assim sendo, o início dos trabalhos se deu com o credenciamento de entidades parceiras nos estados, como o Ibacesc (SC), o Cedin (BA), o Ideg (RJ), o Ideies (ES), o CDNL (RJ) e o CEAG (MG).

Dois anos depois, em 1974, o Cebrae já contava com 230 colaboradores, dos quais apenas sete no núcleo central, e estava presente em 19 estados. Em 1977, a instituição atuava com programas específicos para as pequenas e médias empresas. Em 1979, havia formado 1 mil e 200 consultores especializados em micro, pequenas e médias empresas.

Nos governos Sarney e Collor (1985-1990), o Cebrae enfrentou uma série de crises que o enfraqueceu como instituição. Neste período, sua vinculação passou do Ministério do Planejamento para o Ministério da Indústria e Comércio (MDIC). Com grande instabilidade orçamentária, muitos técnicos deixaram a instituição. Assim, em 1990, foram demitidos 110 profissionais, o que correspondia a 40% do seu pessoal.

Fortalecimento

Em 9 de outubro de 1990, o Cebrae foi transformado em Sebrae pelo decreto nº 99.570, que complementa a Lei nº 8029, de 12 de abril. A entidade desvinculou-se da administração pública e transformou-se em uma instituição privada, sem fins lucrativos, mantida por repasses das maiores empresas do país, proporcionais ao valor de suas folhas de pagamento. De lá para cá, o Sebrae ampliou sua estrutura de atendimento para todos os estados do país, capacitou inúmeras pessoas e ajudou na criação e desenvolvimento de milhares de micro e pequenos negócios por todo o país.